
Repórter MT
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deve ouvir nesta quarta-feira (13) a enteada de Valdivino Almeida Fidelis, de 58 anos, morto na noite dessa segunda-feira (11), além dos policiais militares que participaram da ação que terminou com a morte dele em uma residência no bairro Goiabeiras, em Cuiabá. As informações foram confirmadas à reportagem pelo delegado Bruno Abreu.
A enteada, os policiais envolvidos e possíveis testemunhas serão ouvidos para esclarecer o passo a passo da ocorrência que terminou na morte do servidor da escola Liceu Cuiabano.
Conforme o boletim de ocorrência, Valdivino manteve a enteada refém sob a mira de uma arma de fogo, momento em que a polícia foi acionada.
Os primeiros a chegarem ao local foram policiais do Raio, que contaram com o apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Rotam para realizar o cerco à residência.
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Durante a ação, as equipes entraram no imóvel e encontraram o acusado apontando a arma para a cabeça da enteada.
Em seguida, o homem abriu a porta dos fundos da casa e se deparou com os policiais. Conforme o boletim de ocorrência, Valdivino ignorou a ordem de parada e apontou a arma em direção à equipe, que reagiu.
O servidor foi atingido e morreu no local. A enteada foi resgatada sem ferimentos.
Comoção
A morte do servidor da escola gerou comoção entre os estudantes. A tradicional instituição ficou coberta por cartazes em homenagem a Valdivino. Entre as mensagens deixadas pelos alunos estavam: “sempre será lembrado”, “descanse em paz Valdivino” e “te amamos”.

A escola também se manifestou nas redes sociais. O Liceu Cuiabano publicou uma mensagem de despedida e destacou que o servidor atuava na instituição há mais de uma década, sendo conhecido pelo apelido de “pai”.
A instituição agradeceu pelos serviços prestados e manifestou condolências aos familiares e amigos.



