
Repórter MT
Na terça-feira, 12 de maio de 2026, a oposição na Câmara dos Deputados apresentou um novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal. A coletiva de imprensa aconteceu às 17h, quando a bancada esclareceu os motivos da nova solicitação. Este é o 50º pedido de destituição contra Moraes desde 2021.
Os pedidos de impeachment contra ministros do STF, como o de Moraes, são baseados em alegações de abuso de poder e decisões consideradas polêmicas por setores da política. O processo de impeachment de um ministro do Supremo é complexo e passa por várias etapas, demandando apoio substancial do Congresso Nacional.
O Partido Liberal (PL), ao qual pertence o ex-presidente Jair Bolsonaro, é um dos principais articuladores do novo pedido. A legenda busca mobilizar os presidentes da Câmara e do Senado para que haja uma resposta assertiva à ação judicial do ministro, que tem gerado insatisfação entre seus adversários políticos.
Desde o caso Master, que gerou grande repercussão, Moraes tem enfrentado uma série de críticas e pedidos de destituição. A oposição alega que suas decisões têm interferido em questões de liberdade de expressão e outros direitos fundamentais, fomentando um ambiente de tensão entre o Judiciário e o Legislativo.
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Em Mato Grosso, a repercussão sobre os pedidos de impeachment de ministros do STF também é sentida, uma vez que o estado possui representantes engajados tanto no apoio quanto na crítica às ações de Moraes. Debates sobre a independência dos poderes e o papel do Judiciário são frequentes na Assembleia Legislativa local.
A apresentação de mais um pedido de impeachment reforça as divisões políticas no Brasil e levanta questões sobre a estabilidade institucional. A tramitação desses pedidos depende de uma série de fatores políticos, e o resultado pode impactar significativamente a relação entre os poderes no país.



