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Nota sobre as agressões cometidas por servidor da CGU em Águas Claras (DF)

O Ministério das Mulheres repudia a agressão cometida por David Cosac Junior, servidor da Controladoria-Geral da União (CGU), contra a ex-namorada e o filho dela, de quatro anos, em Águas Claras, no Distrito Federal. Violência contra mulheres e crianças é crime – e é inadmissível em qualquer circunstância, inclusive quando praticada por agente público.

O Ministério das Mulheres acompanha as providências cabíveis e acionou a rede para assegurar acolhimento, proteção e garantia de direitos à vítima e ao seu filho.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou o episódio como “inadmissível” e determinou a abertura imediata de processo interno para responsabilização e expulsão do agressor do serviço público. O presidente foi enfático ao declarar que “não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças, estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem. Um servidor público deve ser exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho”.

O Ministério das Mulheres destaca que o ministro Vinícius Marques de Carvalho agiu com rapidez e determinou a apuração imediata dos fatos e a adoção das medidas cabíveis em relação ao agressor.

Além do acompanhamento do caso, o Ministério das Mulheres informa que, em articulação com a CGU, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e outros órgãos, seguirá investindo na formação de servidoras e servidores de toda a Administração Pública Federal, em todo o Brasil, para fortalecer a prevenção, a responsabilização e a cultura institucional de respeito, proteção e direitos humanos.

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Em situação de violência, busque ajuda. O Ligue 180 é gratuito e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, em todo o Brasil. Em caso de emergência, acione o 190.

Fonte: Ministério das Mulheres

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