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Quinze anos após a execução da adolescente Maiana Mariano Vilela, de 16 anos, o empresário Rogério Silva Amorim, apontado como mandante do crime, foi preso nesta segunda-feira (25) pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá/MT.
Maiana desapareceu em dezembro de 2011, depois de sair para descontar um cheque de R$ 500. A jovem ainda seguiria para uma chácara na região do Coxipó do Ouro, mas nunca mais foi vista. Cerca de cinco meses depois, os restos mortais dela foram encontrados enterrados em uma cova rasa nas proximidades da Ponte de Ferro.
As investigações da Polícia Civil concluíram que o assassinato teria sido encomendado por Rogério, que mantinha um relacionamento com a adolescente. Paulo Ferreira Martins e Carlos Alexandre da Silva Nunes foram identificados como os executores do homicídio. Segundo a apuração, Maiana foi morta por asfixia.
Em 2012, quatro pessoas foram indiciadas pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Desde então, o caso atravessou uma longa sequência de julgamentos e recursos judiciais.
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Rogério Amorim chegou a ser condenado em 2016 a mais de 20 anos de prisão, mas nunca havia cumprido a pena pelo crime. Paulo Ferreira também foi condenado pelo assassinato. Já Carlos Alexandre passou por um novo júri em 2022, quando recebeu pena de 16 anos de prisão.
Em 2025, o Supremo Tribunal Federal manteve a condenação do empresário apontado como mandante do homicídio. Desde então, ele estava com mandado de prisão em aberto.



