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Égua ‘lenda’ de rodeios pelo Brasil morre após suposta picada de cobra em MT

A égua batizada com o nome de ‘Louca Paixão’, que era uma celebridade no mundo dos rodeios, foi encontrada pelos tratadores com as pernas inchadas, após um evento em Água Boa, a 640 km de Cuiabá, na última sexta-feira (5). O proprietário do animal, Nilton Cardoso, acredita que a morte foi causada por uma picada de cobra.

Segundo ele, após encontrarem a égua, uma equipe a levou para receber atendimento veterinário. Ela chegou a ser medicada, no entanto, não resistiu e morreu poucas horas depois.

“A gente acredita que é cobra. É muito triste mesmo, mas Deus quis assim. Ela era um fenômeno, a melhor égua do Brasil”, disse Nilton.

Em conversa com o g1, Nilton contou que durante os anos de trajetória ao lado de Louca Paixão, ele já recebeu e recusou inúmeras propostas milionárias pela compra do animal. De acordo com ele, já chegaram de oferecer cerca R$ 3 milhões pela égua.

Louca Paixão tinha cinco anos de idade, mas ganhou notoriedade há dois, quando começou a atuar em rodeios de diversas cidades brasileiras. Ela ficou conhecida pela resistência e habilidade nas arenas, características que a tornaram um destaque.

Ela já arrecadou o prêmio de ‘Melhor animal’ na Festa do Peão de Colorado (PR), de Douradina (PR) e de Americana (SP).

Ainda de acordo com o proprietário do animal, ela nasceu na cidade de Aparecida do Taboado, em Mato Grosso do Sul, mas Nilton escolheu enterrá-la em Água Boa.

Rodeio de equinos

Sela Americana

A prova é disputada em um cavalo. O peão segura um cabo de cabresto com 1,20 metros com uma das mãos e, quando o animal sair do brete e tocar as duas patas da frente na arena, as esporas precisam estar posicionadas na altura do pescoço do bicho.

Por conta do movimento, o peão é obrigado a flexionar o joelho na frequência do pulo do cavalo. O competidor é desclassificado caso o posicionamento no animal não for o correto.

Os peões precisam ficar equilibrados por oito segundos no cavalo e são avaliados de zero a 100 pontos.

Cutiano

A modalidade em cavalos somente é disputada no Brasil e teve início em Barretos. O peão segura a rédea com uma das mãos. A outra, que fica livre, não pode tocar em nada.

Para conquistar as notas mais altas, que vão de zero a 100, a espora tem que ser puxada do pescoço para a alça do arreio de acordo com o pulo do animal.

Assim como na outras modalidades, o peão precisa ficar oito segundos no animal.

Bareback

Com notas variando de zero a 100 e avaliação durante os oito segundos em que o peão fica no cavalo, o bareback é a modalidade em que o competidor fica praticamente deitado no animal.

O bareback é uma alça de couro feita sob medida para cada peão. O equipamento é colocado entre o ombro e o pescoço do animal e o competidor monta no dorso do bicho.

Três Tambores

A prova de três tambores é a única exclusivamente feminina do rodeio.

A amazona tem que contornar três tambores espalhados pela arena dispostos em um formato triangular. Vence quem terminar o percurso em menos tempo.

Para cada tambor derrubado pela competidora, uma penalização de cinco segundos é acrescida no tempo final.

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Depois de cada apresentação o animal é vistoriado e, caso apresente marcas de chicote ou espora fora do padrão, a competidora é desclassificada.

Para a prova, a amazona com a tralha devem pesar 65 quilogramas.

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