Mato Grosso, 19 de outubro de 2019

Após morte de garimpeiro, cerca de 3 mil vão às ruas e ameaçam atear fogo – Vídeo

João Maria é o nome do garimpeiro que foi morto em confronto com as Forças de Segurança durante a  2ª fase da Operação Trype 2, deflagrada na manhã desta segunda (7) no garimpo ilegal em Aripuanã (a 948 km de Cuiabá). Testemunhas relataram que ele estava com uma arma na mão e saiu correndo quando os policiais chegaram para não ser pego, mas deu de “cara” com policiais militares do Bope e disparou contra eles.

João Maria levou dois tiros no tórax e não resistiu aos ferimentos e morreu. Familiares dele chegaram na madrugada desta terça (8) para fazer o reconhecimento do corpo e a liberação para o sepultamento. Não aceitaram passar mais informações para a imprensa.

Por conta da desintrusão do garimpo, pelo menos três mil pessoas foram às ruas da cidade em protesto. O comércio está fechado e os manifestantes pararam em frente ao Fórum.

O representante o sindicato dos garimpeiros (SINDMINÉRIO) Antônio Vieira da Silva falou com a reportagem do . Ele explicou que a situação é delicada. As informações são desencontradas. “O que estamos reclamando é da violência policial. Quem estava lá não pode nem retirar os pertences. Agora estamos protestando pedindo para que tomem uma providência”, cobra.

Fontes do  que estão em Aripuanã relataram que, após confirmação da morte do garimpeiro, o clima é tenso. “Eles estão protestando e ameaçando colocar fogo na Câmara Municipal e na mineradora Nexa, nos alojamentos da empresa. Está tenso o clima, agora dentro da cidade. Isso aqui ainda vai durar bastante dias”, disse.

Fonte: Rd News

O garimpo ilegal esta em funcionamento desde outubro de 2018 e atualmente estima-se uma população flutuante entre mil a 1,5 mil pessoas.

AtualMT

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